sexta-feira, 12 de junho de 2009
A Humanidade Fragilizada
Adentramos no século XXI na perspectiva de um futuro promissor, mas humano e comprometido com a preservação dos valores humanos para garantia de sobrevivência da humanidade e do planeta e observando o mundo circundante, numa visão olistica, é rapidamente percebivel que o futuro é agora. Nós transformamos o planeta para atender as nossas necessidades e agora é necessário fazer o inversso; nos tranformar para que o planeta garanta nossa sobrevivência.
A humanidade caminha ao encontro do mundo do nada, onde o deus do consumismo alimentado pelo sistema capitalista vigente atinge as mais profundas entranhas humanas o fazendo crê num mundo de efemeridade e contradições, completamente deculturalizado onde a dignidade humana não é válida, somente o ser material e essa cegueira nos leva a nenhum caminho se não a esse mundo do nada, o nada que a muitos os filósofos já tentaram explicar e humanidade não quis despertar.
A titulo de exemplo observamos a música, esta em outros momentos era produzida com e como arte, movia os sentimentos humanos e movimentava as massas, marcava toda uma era, um tempo. No entanto atualmente a música se tornou um produto de mercado, passou a ser produzida para um momento e não como e com arte para, marcar um tempo e nesse mundo capitalista um produto só valorizado quando existe grande procura, superando-se isso nos derrocamos em busca do novo que sempre fascinou a humanidade e o novo do mundo capitalista é tão repleto de coisas ínfimas que não tem a capacidade de resolver os problemas da humanidade.
O poder do marketing constrói ídolos que em grande parte corrói os valores humanos e sem percebermos somos obrigados a nos adaptarmos as necessidades do capitalismo à medida em que ele se move.
Até quando o homem poderá resistir, isso é incerto, mas o planeta nós sabemos e também sabemos que as mudanças são lentas, mas possível pois a ganancia e capacidade humana poderão ser as principais causas da sua própria extinção. E se o futuro é agora não podemos desanimar na batalha para que nossos descendentes não se destruam e não destruam o mundo que nos escolheu como seus administradores.
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